retrospectiva




Olhando os posts antigos do meu blog, releio o quanto eu era dramática às vezes, mas também o que se esperaria de uma pessoa de quatorze ou quinze anos com uma mentalidade igual a minha? Tendo também como fato que sou uma pessoa muito romântica, tenho uma mania incrível em colocar paixão em qualquer troca de olhares ou um toque indesejado que aconteça. Não vou mentir e dizer que não sou mais assim, porque eu sou, mas sou menos.

Obviamente quando eu estou apaixonada por alguém, começo a pensar no futuro, como aquela pessoa iria me tratar se estivéssemos namorando, se teríamos muitas indiferenças ou motivos para terminar, ou se poderíamos ir mais longe do que ser simplesmente namorados. Dane-se aquele ditado ''viva o momento'' não é mesmo? Eu sou adepta dele, mas minha mente já está tão presa em escrever histórias que automaticamente já faço de mim mesma a própria personagem em um dos meus livros.

Quando estava entre os meus doze à quatorze anos, tinha a sensação de que encontraria o amor da minha vida quando tivesse dezoito anos, então iria casar aos vinte e ter a minha primeira filha com vinte e cinco. Que viagem. Fiz até uma linha do tempo em cada um dos meus cadernos onde esses eventos aconteciam em ordem cronológica. Hoje vejo que pode não ser assim, cada coisa tem o seu determinado tempo para acontecer, mas não cabe a mim assoprar algumas velas e ter o meu príncipe não tão encantado na minha frente.

Agora eu tenho mais controle de pensamento do que antes, sei que as coisas não vão simplesmente acontecer como se o gênio da lâmpada estivesse ouvindo os desejos da minha mente, e sei também que se o amor da minha vida estiver por aí, a gente vai se encontrar um dia, e acredito que esse dia terá o timing perfeito para o nosso encontro, mesmo que as coisas estejam um pouco atrapalhadas. Se não fosse atrapalhada não seria eu, não é verdade?

-S.C

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